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F.A.D.A. - Festival de Arte Dramática de Aveiro

"Dinamizar o teatro em Aveiro", esa fue a proposta de Maria da Luz Nolasco, Directora do Teatro Aveirense. Y a mi gustan los desafios! "Hay que incentivar a la gente a que proponga proyectos teatrales", fue mi respuesta. Y asi fue como mas de quince ilusiones se presentaron, de las cuales elegimos 4 (habia que elegir). Esos proyectos fueron escogidos por su varibilidad, todos heterogeneos, por su osadia, por su propuesta innovadora. El teatro aveirense los apoyaria economicamente, les daria soporte tecnico para el estreno y un laboratorio de seis meses, donde yo acompanharia el proceso creativo. Esos cuatro proyeuctos son la base del fada, pero no queriamos que se quede por ahi; asi que decidimos convidar algunas otras propuestas, para que la comparacion y el intercambio enriquezcan mas aun estos actos creativos. Cláudio Hochman
  Quinta 11 de Setembro de 2008 - 15.30
Conterrâneos da Via-Láctea
A infelicidade existe, mas a felicidade impera neste mundo cheio de coisas boas. Trazemos esta peça onde o Altruísmo e o Egoísmo entram em cena, encarnados por "Tribais" e "Heróis". Um verdadeiro exagero da irrealidade, onde nem os deuses escapam a esta loucura. A história retrata um caso (não verídico) de uma tribal chamada Azulinha, que parte com a boa intenção de encontrar algo especial para a sua comunidade Mas como o inferno está cheio de boas intenções, ao deparar-se com heróis ela parte por caminhos que levam a sua própria comunidade contra si. Esta embrulhada delirante tem um final fantástico, que espera por todos vós.  
 
Encenador e Dramaturgo: Tiago João Baptista.  
Coordenadora e ilustradora: Angelina Schallerl.  
 
Apoios:  
Associação de Estudantes da Universidade de Aveiro, Riff Escola de Música de Aveiro, GrETUA.  


 
Quinta 11 de Setembro de 2008 - 21:30
Chovem amores na Rua do Matador
Baltazar Fortuna regressa a Xigovia para matar… saudades.  
Pretende reencontrar os seus ex-amores: Mariana Chubichuba, Judite Malimali e Ermelinda Feitinha.  
Entretanto, num sonho, elas, as três, dizem-lhe:  
“Nós não te precisamos matar, nós já te matámos dentro de nós. Há muito tempo que não vives nas nossas vidas…”  
 
Ficha Técnica:  
Texto: José Eduardo Agualusa e Mia Couto  
Actores: José Rosa e Sandra Santos  
Encenação: Pompeu José  
Cenografia: Zé Tavares e Marta Fernandes da Silva  
Música: Cheny Mahuaie, Fran Perez, Lígia Zango, Matchume Zango e Tinoca Zimba  
Figurinos: Ruy Malheiro  
Desenho de luz: Luís Viegas  
Técnicos: Cajó Viegas e Paulo Neto  
Assistência: Gil Rodrigues  
Bonecas: Luís Pacheco  
Carpintaria: Carmosserra  
Serralharia: Rui Ribeiro  
Fotografias: Carlos Teles, Eduardo Araújo  


 
Sexta 12 de Setembro de 2008 - 15:30
O médico a paos
Bartolo é un leñador que non trata moi ben a súa muller. Esta, para vingarse del, decide darlle un escarmento: fai correr o rumor de que o seu marido é un médico eminente, aínda que un tanto raro, posto que non recoñece as súas capacidades de doutor. A partir disto, prodúcense unha serie de situacións cómicas que levan a un desenlace con certo ton didáctico.  
 


 
Sexta 12 de Setembro de 2008 - 16:30 (dia 12) e 15:30 (dia 13)
Quixote: as peripécias de um cavaleiro doido
Quatro actores e um músico contam a história do cavaleiro mais famoso de todos os tempos, Dom Quixote de la Mancha. Mergulhado num universo repleto de aventuras, batalhas, anseios e muita confusão, um nobre senhor rompe com a realidade em busca de vivenciar seus sonhos. A história de Miguel de Cervantes revisitada e temperada com humor, disposição e muita música.  
 
ficha técnica:  
direcção: Kelly Varella  
criação/adaptação: grupo de trabalho  
música original: Rafael Campanile  
direcção musical: Rafael Campanile  
figurino: Catarina Marques  
actores: Catarina Marques, Cristina Cardoso, Sérgio Mota, Vitor Alves  
músico: Rafael Campanile  
 
Apoio: Sociedade Musical Santa Cecília, DeCA-UA  
 


 
Sexta 12 de Setembro de 2008 - 21:30
O grito do sufoco
Sem heróis nem vilões, o grito do sufoco, pretende contar (uma pequena) história nacional, de forma descomprometida e sem grandes aprofundamentos.  
O grito do sufoco é um grito congeminado em três gerações, e é um grito que ambiciona insurgir contra o comodismo e o absentismo tão tipicamente português.  
Com início do grito, em meados dos anos sessenta, numa Lisboa acinzentada pelo regime fascista, Augusto é dono de uma pequena sapataria em franco declínio. Pai de dois filhos, só o mais novo, Toni, ainda resiste aos tempos e permanece em casa; o outro emigra à procura de melhor sorte, vai para África mas acaba por fugir para a Alemanha.  
A história do grito segue-se então com Toni, que depois da revolução vai morar para o Porto, levando com ele a sua mãe, Maria da Felicidade.  
E é por meados dos dias de hoje, e recorrendo às actuais problemáticas, que é finalmente solto o grito do sufoco. Um grito a não perder.  
 
Fichas Artística e Técnica:  
Músicas e Letras: José Mario Branco e Sérgio Godinho  
Arranjo Musical: Hugo Correia (a confirmar)  
Argumento: Samuel Almeida, Juliana Félix  
Encenação: Juliana Félix  
Coreografia: Juliana Félix  
Figurinos: Catarina Marques  
Cenografia: Adriana Marques, Miguel Crespo  
Elenco: Ana Amaral, Bruno Rodrigues, Carolina Fonte, Cristina Cardoso, Flora Castro, Leandro Alves  


 
Sexta 12 de Setembro de 2008 - 23:00
Monólogo a duas vozes
Em “Monólogo a Duas Vozes” os actores encarnam personagens enigmáticas que interagem por força de mirabolantes jogos de palavras, provérbios, estórias, lengalengas e trava-línguas num corropio da memória linguística portuguesa, bem como apontamentos em inglês, francês, espanhol, húngaro e polaco.  
Para qualquer idade, este espectáculo proporciona às crianças uma aproximação ao teatro através de repertório do quotidiano infantil. As lengalengas, os trava-línguas e os jogos de palavras recuperam aqui o papel de património didáctico estimulante.  
Verdadeiro malabarismo de palavras!

 
Sábado 13 de Setembro de 2008 - 21:30
O casamento do morto
Ele é maior que um comboio e cospe chispas de fogo. Mórbido, misterioso e capaz das mais atrozes artimanhas. Esta peça descreve uma assombrosa história de amor entre uma jovem moça e um morto. Tudo se descobre quando a inocente Camila é pedida em casamento pelo primo Américo e revela à família que o seu coração está já ocupado, mas por um amor de outro mundo. Depois da arrepiante revelação, seguem-se as aventuras e desventuras de caça e fuga a tão trágica personagem. Será seu destino que estes dois terminem no altar?  
Imagine que um dia descobria que a sua filha namora com um morto... é a sugestão que serve de mote para esta divertida e caricata peça, que o vai surpreender e comover.  
 
Actores: Manuel Furão, Carlos Gaspar, São Jorge, Vasco Naia, Adelaide Neves, Vasco Justiça.  
Pontos: Cristina, Glória, Adélia, António, Prazeres, Romy.  
Encenação: Fernanda Vieira.  


 
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