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Terça, 12 de Dezembro de 2017 Quinta, 14 de Dezembro de 2017 10:30 e 14:30 |
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Sala Estúdio
Público alvo: M/3 |
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Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.
“Caco, porque é que estás a trepar?”, Perguntava o meu avô Elísio. “Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco. O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu. |
Preço:
3€ FICHA ARTÍSTICA Criação e interpretação Filipe Caldeira Texto original Isabel Minhós Martins Apoio à dramaturgia Joclécio Azevedo Assistência artística Catarina Gonçalves Cenografia Ana Guedes Apoio à cenografia Emanuel Santos Sonoplastia Rodrigo Malvar Voz Catarina Gonçalves Figurinos Jordann Santos | Desenho e operação de luz Miguel Carneiro Vídeo Teresa Pinto |
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