![]() |
||
Sexta, 23 de Março de 2018 21:30 |
||
|
sala principal
Duração: 100m Público alvo: M/12 |
||
|
||
Um espetáculo documental de Ricardo Correia
Eu uso termotebe e o meu pai também parte de uma pesquisa sobre os processos de transmissão da memória relativa ao trabalho em Portugal. Este espetáculo que Ricardo Correia escreve e dirige é uma investigação sobre a influência da mecanização industrial no pensamento de gerações de operários e patrões. Ao desenhar um arco sobre a história e contradições do trabalho, reflete a condição de operário e a sua emancipação, bem como as mutações da sua identidade ao longo de várias gerações, desde os remotos operários fabris até aos novos operários do século XXI. Pretende refletir sobre a transformação do trabalho, o seu impacto e respetivas consequências na contemporaneidade. A construção da peça é feita a partir da recolha de testemunhos em comunidades de operários de várias cidades portuguesas transfiguradas pelas ruínas dessa indústria e que aguardam ainda um novo El Dorado. Um espetáculo sobre os modos de extinção. |
preço 5€ Ficha Artística Texto e encenação Ricardo Correia Dramaturgista Jorge Louraço Figueira Atores Beatriz Wellenkamp, Celso Pedro, Hugo Inácio, Joana Pupo e Sara Jobard Investigação e documentação Beatriz Wellenkamp, Celso Pedro, Emanuel Botelho, Hugo Inácio, Filipa Malva, Joana Brites, Joana Pupo, Ricardo Correia, Rita Grade e Sara Jobard Espaço cénico e figurinos Filipa Malva Direção técnica e desenho de luz Filipe Silva Desenho de som e som ao vivo Emanuel Botelho Movimento Rita Grade Voz Cristina Faria Carpintaria cénica José Baltazar Cabelos Carlos Gago (Ilídio Design) Fotografia Carlos Gomes Assistência de encenação Sara Jobard Design Joana Corker Responsável de Produção Cláudia Morais Produção Casa da Esquina – Associação Cultural Coprodução Teatro Nacional Dona Maria II (Lisboa), Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra), Teatro Aveirense (Aveiro), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) Apoio à residência artística Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) Casa da Esquina – Associação Cultural é uma estrutura financiada e apoiada pelo Ministério da Cultura/DGArtes e pela Câmara Municipal de Coimbra Casa da Esquina faz parte do projeto Linhas juntamente com o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) e o Jazz ao Centro (JAAC) Casa da Esquina – Associação Cultural é uma estrutura associada do Teatro Académico de Gil Vicente |
|
| Fechar | ||