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Sexta, 13 de Abril de 2018 21:30 |
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sala principal
Público alvo: M/12 |
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Portugal, anos 70. Inspirados pelos movimentos revolucionários da época, jovens portugueses, burgueses, urbanos e letrados, decidem abandonar os seus estudos ou os seus primeiros empregos e rumam em direção às fábricas e aos campos para fazer a "revolução cultural". Clandestinos, enquanto pregam a revolução, pegam em enxadas e manobram máquinas agrícolas e fabris. Na mala guardam o Germinal de Émile Zola, o Livro Vermelho de Mao Tsé-Tung, o existencialismo de Jean-Paul Sartre e muita vontade de mudar o mundo. Juventude, amor, revolução, libido e realidade confundem-se e misturam-se com disciplina, regras, capitalismo, clandestinidade e utopia. São jovens a tentar viver os seus melhores anos. A Tecedeira que lia Zola é o segundo espetáculo da Trilogia da Juventude do TEP, cujas peças se centram, respetivamente, no Portugal dos anos 1950, 1970 e 1990. A primeira parte, O Grande Tratado de Encenação, estreou na última Primavera no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery. A terceira parte, Maioria Absoluta, estreará em 2018.
"Dedico este espetáculo a todos os que arriscaram as suas vidas em Portugal lutando contra a ditadura para que os seus filhos pudessem ter oportunidades que eles não tiveram. Nem tudo terá corrido bem, mas o gesto foi verdadeiramente transformador, belo e inspirador. Aos meus pais devo tudo o que hoje sou" — Gonçalo Amorim |
Preço: plateia: 8€ balcão: 7€ Desconto: Estudante: plateia: 5€ balcão: 4€ Ficha Artística Um espetáculo de Gonçalo Amorim Apoio Dramatúrgico Rui Pina Coelho Cenografia e Figurinos Catarina Barros Desenho de Luz Francisco Tavares Teles Música Pedro João Interpretação Bruno Martins, Catarina Gomes, Tiago Jácome, Sara Barros Leitão |
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